quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

INTIMIDADE REAL COM DEUS


“E tomou Moisés a tenda, e a estendeu para si fora do arraial, desviada longe do arraial, e chamou-lhe a tenda da congregação. E aconteceu que todo aquele que buscava o Senhor saía à tenda da congregação, que estava fora do arraial. E acontecia que, saindo Moisés à tenda, todo o povo se levantava, e cada um ficava em pé à porta da sua tenda; e olhava para Moisés pelas costas, até ele entrar na tenda. E sucedia que, entrando Moisés na tenda, descia a coluna de nuvem, e punha-se à porta da tenda; e o Senhor falava com Moisés.” (Êx. 33:7-9)

Precisamos mostrar exemplo em tudo para as pessoas que estão ao nosso lado, pois pessoas sempre irão fazer o que veem, e esta verdade é claramente vista em Moisés.
Veja que as pessoas o olhavam querendo e desejando extrair algo da vida dele enquanto conduzia sua vida devocional nas idas e vindas a tenda da comunhão, pois era ali que ficava na presença de Deus, e o interessante é que o exemplo de Moisés quando este povo o observava faz com que eles mudem mais do que escutar meros sermões.
Nossas atitudes falam muitas vezes mais do que nossas palavras, e se desejamos ter relacionamento íntimo com Deus como Moisés devemos praticar o que ele praticou e por isso podemos afirmar com certeza que: Moisés vivia a verdade da intimidade exclusiva com Deus.

Moisés era chamado amigo de Deus, intimo de Deus.
A Bíblia diz que Moisés tinha uma tenda, fora, bem longe da congregação, e quando Moisés ia à tenda, todo o povo
ficava em pé de frente para a sua tenda e Moisés passava por eles, isso era um tipo de revista que Moisés fazia no acampamento, imagina quanto tempo isso durava, pois o povo era muito grande, mas Moisés não se importava em
passar o povo em revista. Depois de tudo isso o povo via Moisés pelas costas até ele entrar em sua tenda e a nuvem do Senhor descia sobre a tenda e ali ficava.

Moisés era muito íntimo de Deus, e não há outro caminho para a intimidade com Deus, senão pela comunhão através da oração. Essa deve ser a passagem mais bonita e emocionante que vemos na Bíblia, que fala de oração, sim isso era a oração que Moisés fazia a Deus, pois comunhão quer dizer tempo de oração que temos com Deus, pois não pode ter intimidade aquele que não ora.

A Bíblia nos relata que quando Moisés entrava na tenda a coluna de nuvem descia e Deus falava com Moisés! Uau!!!
Que coisa mais bonita de se ver. Você quer ser íntimo de Deus? Então arme a sua tenda de oração e a nuvem de Deus descerá sobre você.
Precisamos andar debaixo da nuvem de Deus, estar debaixo da nuvem é estar debaixo da vontade de Deus para fazer conforme a vontade do Senhor. O povo de Israel andava debaixo da nuvem e não se movia se a nuvem não se movesse.
Essa nuvem simboliza a glória de Deus, a presença do Senhor. Nós precisamos ter uma nuvem de glória sobre a nossa cabeça, para que a glória do Senhor desça, diariamente sobre a nossa vida, assim era a intimidade que Moisés tinha com Deus.
"No dia em que foi erigido o tabernáculo, a nuvem o cobriu, a saber, a tenda do Testemunho; e, à tarde, estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã. Assim era de contínuo: a nuvem o cobria, e, de noite, havia aparência de fogo. Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam. Segundo o mandado do SENHOR, os filhos de Israel partiam e, segundo o mandado do SENHOR, se acampavam; por todo o tempo em que a nuvem pairava sobre o tabernáculo, permaneciam acampados. Quando a nuvem se detinha muitos dias sobre o tabernáculo, então, os filhos de Israel cumpriam a ordem do SENHOR e não partiam. Às vezes, a nuvem ficava poucos dias sobre o tabernáculo; então, segundo o mandado do SENHOR, permaneciam e, segundo a ordem do SENHOR, partiam. Às vezes, a nuvem ficava desde a tarde até à manhã; quando, pela manhã, a nuvem se erguia, punham-se em marcha; quer de dia, quer de noite, erguendo-se a nuvem, partiam. Se a nuvem se detinha sobre o tabernáculo por dois dias, ou um mês, ou por mais tempo, enquanto pairava sobre ele, os filhos de Israel permaneciam acampados e não se punham em marcha; mas, erguendo-se ela, partiam. Segundo o mandado do SENHOR, se acampavam e, segundo o mandado do SENHOR, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o SENHOR, segundo a ordem do SENHOR por intermédio de Moisés." (Nm. 9:15-23)

Não há intimidade para quem não ora e não é orar por que alguém te mandou, mas é orar porque você quer ser amigo de Deus, eu quero ser amigo de Deus e você irmão?
Armar a tenda fora da cidade quer dizer que para você ter intimidade de Deus, deve sair do meio do barulho, do disse me disse, dos murmuradores etc. Essa expressão “fora do arraial” aqui não é geográfico, mas sim um lugar que só interessa a você e a Ele! Quando oramos o Senhor vem, por que Ele quer ter intimidade conosco.

                     I.        ADORAÇÃO

Quando a nuvem descia sobre Moisés, todo o povo também adorava ao Senhor.
“Todo o povo via a coluna de nuvem que se detinha à porta da tenda; todo o povo se levantava, e cada um, à porta da sua tenda, adorava ao Senhor.” (Êx. 33:10)
Sabia que quando você adora, consegue atrair outras a fazerem o mesmo também?

Intimidade também é adoração, quando adoramos dizemos que o Senhor é tudo em nossas vidas.
Sabia que Deus não precisa de elogios nossos?
Nós elogiamos uns aos outros, pois não sabemos quem somos e precisamos ser confirmados pelos outros, mas com o Senhor não. Deus sabe quem Ele é, Ele não precisa de auto-confirmação de ninguém, mas quando eu adoro a Deus e digo que Ele é Soberano, Único, Senhor dos Senhores, Glorioso, estou vencendo a semente de Lúcifer que foi colocado em mim, por conta do pecado. Pois nós achamos que entendemos as coisas, que podemos ir sozinho, mas quando adoramos Deus, dizemos: Senhor a Ti pertence o louvor e não a mim, ao Senhor pertence a adoração e não a mim, ao Senhor pertence a grandeza e não a mim.
A adoração tira de mim toda a glória.
Depois da queda todos querem a glória, mas ninguém pode tomar a glória de um Rei, e quem faz isso entra em guerra contra um Rei e não queremos entrar em guerra contra Deus.

                    II.        FOME DA PRESENÇA DE DEUS.

O culto pode ter o melhor equipamento de som que o mundo pode oferecer, ser no lugar mais bonito e caro que o
dinheiro pode comprar, podemos trazer a melhor banda da atualidade para cantar, mas se não tiver a presença de Deus, para mim isso não adianta nada, esse mesmo era o anseio de Moisés.
Moisés não queria a presença de um anjo, e olha que isso era um grande feito e ainda o é, andar escudado por anjo, mas Moisés queria era a intimidade da presença de Deus, isso que é glorioso.
Moisés disse que não queria ir a nenhum lugar sem a presença de Deus, não queria fazer nada sem estar diante de
Deus.
Culto sem a presença não é nada; Conferência sem a presença não é nada, célula sem a presença, não é diferente que uma reunião de cosméticos.
Não devemos fazer nada sem a presença de Deus.

                   III.        CONHECIDO PELO NOME

Intimidade implica em você conhecer a Deus, mas também implica em Deus conhecer você.
Você conhecer a Deus te garante salvação, mas Deus conhecer você, te garante um lugar no Reino.
Tem dois lugares no Novo Testamento que Deus diz que não conhecia.

Primeiro lugar:
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade." (Mt. 7:21-23)
Preste atenção que eles conheciam Jesus, mas o Senhor está dizendo eu não vos conheço.

Segundo lugar:
"E depois chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos. E ele, respondendo, disse: Em
verdade vos digo que vos não conheço." (Mt. 25:11-12)
Nem todo que diz Senhor, Senhor é íntimo, nem todos que pregam são íntimos, eu posso dizer Senhor, Senhor a vida
toda e não ser íntimo.
"Ora, no tocante às coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que todos temos ciência. A ciência incha, mas o amor edifica. E, se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido dele." (I Co. 8:1-3)

Voltando ao versículo 17 de Êxodo 33
"Então disse o Senhor a Moisés: Farei também isto, que tens dito; porquanto achaste graça aos meus olhos, e te conheço pelo nome." (Êx. 33:17)
Deus sabia que Moisés o amava porque ele queria a presença de Deus.
Tem gente que fica num culto morto sem a presença de Deus e não liga, mas quem ama a presença do Senhor quer a presença de Deus. E quem quer a presença é aquele que O ama. Não é aquele que expulsa demônios simplesmente, não é aqueles que curam enfermos simplesmente, mas sim aquele que O ama, é esse que o Senhor se dará a conhecer.
Intimidade é uma coisa dupla, você ama ao Senhor, mas Ele também tem que te conhecer.

                  IV.        O PREÇO DA INTIMIDADE É A MORTE.

Para obtermos a vida espiritual, necessariamente temos que sofrer perdas. Não podemos avaliar nossa vida em termos de ganhos, mas de perdas.
Nossa verdadeira capacidade não se mede por aquilo que retemos, mas aquilo, que abrimos mão. Aqueles que mais se permitem perder, são os que mais têm para dar.
O poder do amor é atestado pelos sacrifícios que ele faz. Se nosso coração não estiver afastado, pelo amor, do mundo, isso significa que a vida da alma ainda tem que passar pela cruz.

A Intimidade de Deus é a morte do ego, do mundo, a intimidade tem um preço.
"E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados." (Rm. 8:17)
Não há glória sem sofrimento, não há glória sem irmos até o fim com Deus, intimidade requer um pouco mais.

                    V.        A INTIMIDADE FAZ O CORAÇÃO QUEIMAR.

“E disseram, um para o outro: Porventura não nos ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho,nos falava e quando nos abria a Escrituras?” (Lc. 24:32)

Quando somos íntimos de Deus, ouvimos a Sua voz e ao ouvi-La realmente sentimos uma chama queimando nosso
coração, e só sente isso quem realmente tem intimidade com o Senhor.
Esses dois que estavam no caminho de Emaús, eram discípulos de Jesus, mas assim como João, estavam diante de um Jesus glorificado, por isso não o reconheceram, mas quando mais eles foram ouvindo a Jesus, mais eles foram sendo incendiados em espírito ao ponto de Jesus se revelar a eles.
Quando estamos no caminho da intimidade ouvimos ao Senhor e Ele incendeia os nossos corações, a palavra que pregamos também tem que incendiar os corações de quem está ouvindo, aquele que entra na tenda da intimidade, tem a revelação da palavra de Deus e essa vem e traz o incêndio do céu na terra.

O nosso supremo desafio como filhos que servem ao Senhor é desenvolvermos intimidade real, sincera e verdadeira com Deus.
Ao nos tornarmos íntimos de Deus, não temos mais urgência ou pressa em sair de sua presença e não forçamos querer ouvi-Lo da nossa maneira imediatista e conveniente, pois aprendemos a ser pacientes e andarmos no mesmo ritmo que o nosso Senhor e para isso precisamos de um devocional diário, de um tempo qualitativo e produtivo de busca, adoração e louvor a Deus.
Que possamos ser íntimos com Deus em todo o tempo!

Amém!!!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

FRUTIFICAR


"Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda." (Jo. 15:16)

A existência das árvores frutíferas só tem um propósito, produzir frutos, cada uma segundo a sua espécie. A sobrevivência da árvore depende de produzir frutos, caso contrário, o fruticultor a elimina. A árvore frutífera é conhecida pela produção de frutos.

A Palavra de Deus diz que o crente verdadeiro é como árvore: "Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido." (Sl. 1:1-3)

Jesus é o Rio da Água Viva, e quando estamos enraizados nas Suas Doutrinas ganhamos qualidade de vida e poderemos impactar outras vidas, produzir frutos.
Podemos verificar no capítulo de 15 do Evangelho de João uma das últimas instruções que Jesus dá aos discípulos antes de voltar à presença do Pai. Jesus nos fala assim: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Toda vara que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado; permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” (Jo. 15:1-5)

A videira é a planta que dá a uva. As varas são os seus ramos. Isso significa que Jesus é a videira e nós, seus discípulos somos as varas, ramos da videira, isto é somos a extensão de Jesus. Ele acrescenta: “Toda vara que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda.” (Jo 15.1-2).
Essa frutificação se refere às virtudes espirituais e também ao servir a Deus, trabalhando para trazer outras pessoas para Cristo.
"O ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto para a vida eterna; e, dessarte, se alegram tanto o semeador como o ceifeiro." (Jo 4:36)
Isso significa que somos escolhidos do mundo para darmos frutos, ou seja, frutificar para Deus.
Frutificar é resultado de uma mudança de vida! Uma vida centrada em Cristo, onde morremos para nós mesmos para que Cristo possa viver em nós. (Gl 2:19-20)! Uma vida que busque satisfazer a Deus em vez de satisfazer pessoas ou a si mesmo! Uma vida cujo tema central, foco e prioridade seja somente Cristo!

                     I.        CONDIÇÃO PARA FRUTIFICAR

A única condição que Jesus nos apresenta para ganhar almas e fazer discípulos é crer n’Ele: “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.” ( Jo. 14:12)
Isto quer dizer que qualquer pessoa que vem a Jesus, a partir do momento em que ela crê, como fez a mulher samaritana, pode correr, falar do Seu amor e trazer outras pessoas para Ele.
Não podemos perder tempo, pois estamos nos últimos dias da igreja de Cristo, e, como diz a Palavra, é hoje o dia aceitável da salvação.
"Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação." (II Co. 6:2)
Trabalhemos enquanto é dia, pois a noite vem, a Sua vinda se aproxima, quando não mais teremos tempo para fazer o que só temos adiado, permitindo que outras coisas tomem o lugar e o tempo da obra para a qual Deus nos tem chamado.

                    II.        PORQUE FRUTIFICAR 

Não fomos nós que escolhemos Jesus, foi Ele que nos escolheu e nos nomeou para nós irmos e darmos fruto e o nosso fruto não se perca, mas permaneça.
Como escolhidos para frutificar, devemos dar lugar ao Espírito Santo para nos limpar e nos moldar a fim de que sejamos cheios das suas virtudes espirituais, isto é o Fruto do Espírito e, assim, possamos derramá-las sobre outras pessoas trazendo-as para o Reino de Deus.
Para uma planta renovar e dar os frutos é preciso ser podada, isto é, sejam cortados os galhos amarelados e secos que representam a indiferença, o comodismo e a resistência daqueles que vieram a Cristo e ainda não compreenderam o seu chamado ou não abriram seus corações para fazerem a vontade de Deus, mas a sua própria vontade ou ainda estão presas por alguma situação ou pecado.
"Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto." (Jo. 12:24)
É necessário entender que precisamos não só fazer o que Jesus fez, mas fazer ainda obras maiores que as d’Ele.
Porque Jesus nos confiou fazê-las? Ele mesmo disse: "…porque vou para meu Pai.”
Quando Jesus voltar, teremos a oportunidade de Lhe apresentar os frutos que alcançamos com a nossa dedicação e serviço.
Vamos compartilhar o amor de Deus com as pessoas, falando-lhes que Deus enviou o Seu único Filho a esta terra para morrer na cruz para nos salvar.

Deus nos escolheu para o seu propósito divino, para frutificar e desfrutar de Suas bênçãos, como temos respondido a este chamado? Será que Deus errou em fazer a sua escolha? Ele conta conosco, jamais abrirá mão de seus filhos, basta tomarmos posse e a vitória já é certa em Cristo Jesus.
"Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda." (Jo. 15:16)
Essas palavras definitivamente não se resumem apenas ao grupo dos discípulos que cercavam Jesus naquela noite. Essas palavras se estendem a todos os seus discípulos genuínos ao longo dos tempos. Para glória de Deus Pai, esses discípulos são ramos frutíferos que produzem mais e mais frutos por estarem na Videira verdadeira.
Somos a extensão do Ministério de Jesus e Ele espera que a Sua obra que vem sendo realizada desde os seus primeiros discípulos, continue e não pare em nós.
Frutificamos para o Senhor, sendo canais do Seu amor, expressando o fruto do Espírito Santo através do nosso testemunho, tanto em nossa casa, como em todo ambiente onde nos encontramos, aproveitando cada oportunidade para falar do amor de Jesus às pessoas e trazê-las para o Seu Reino.
Deus quer que sejamos frutíferos o tempo todo de nossa vida, para sempre.

Amém!!!


UM CONVITE COM UM PROPÓSITO


"Caminhando junto ao mar da Galileia, viu os irmãos Simão e André, que lançavam a rede ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram. Pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que estavam no barco consertando as redes. E logo os chamou. Deixando eles no barco a seu pai Zebedeu com os empregados, seguiram após Jesus." (Mc.  1:16-20)

Jesus havia começado seu ministério na Galileia, região humilde de Israel. Não bastasse iniciar sua obra maravilhosa naquela região, Jesus ainda resolveu chamar pescadores para serem seus discípulos.
Os pescadores da Galileia, assim como em toda a história, são pessoas das mais simples e humildes possíveis, sem nenhuma ou pouca instrução e que dependem do oceano para garantirem seu sustento. Foram pessoas assim que Jesus escolheu.
É muito interessante notar isso, pois Jesus poderia ter chamado fariseus, conhecedores das escrituras, mas chamou pessoas normais para edificar Sua Igreja. Pessoas como Pedro, que chegou a cortar a orelha de uma pessoa, quando foram prender Jesus. O critério para Jesus escolher seus discípulos não é baseado no conhecimento da pessoa, mas no seu amor a Ele.
Existe nesta passagem algo de grande profundidade espiritual.
Nosso Senhor Jesus faz um convite com um propósito especial para um grupo de homens.
Ele tornaria estes homens, pescadores humildes em verdadeiros instrumentos nas mãos do Pai Celestial. De fato, eles se tornariam “pescadores de almas”.  
Jesus está à procura de pessoas, mas muitas dessas pessoas estão ocupadas.
Jesus está chamando os esotéricos, os bruxos, os idólatras, os prostitutos, os religiosos para O seguirem e se tornarem seus discípulos. Basta que cada um ouça a Sua voz e atenda o Seu chamado.
O chamado para o Reino de Deus muda nosso estilo de vida e nos torna cidadãos do Reino de Deus e discípulos de Jesus Cristo.
Não se assuste se você faz parte de um desses grupos. Entretanto, Cristo tem um “Convite e uma Missão” para você.
Jesus chamou estes homens para um glorioso trabalho; serem pescadores de homens.
Ele não os chamou para um trabalho burocrático ou apenas para uma posição de liderança, mas, sobretudo para um trabalho de ganhar almas, de buscar os perdidos, de arrancar pessoas da morte para a vida. 
Vejamos que exigências o nosso Senhor faz, meditando neste contexto, no qual  encontramos pescadores comuns, que aceitaram este convite e esta missão.

                      I.        O convite de Jesus implica num relacionamento pessoal com Ele.
                        “Disse-lhes Jesus: Vinde após mim...” (Mc. 1:17a)

A expressão “vinde após mim” é o principal termo para descrever o chamado para o discipulado no Evangelho de Marcos.
Jesus não os chamou para prioritariamente fazerem um trabalho, mas para um relacionamento pessoal.
Seguir a Cristo, estar com Cristo é uma exigência real, não podemos segui-Lo sem antes conhecê-Lo.
A vida com Cristo precede o trabalho para Cristo.
Primeiro damos ao Senhor Jesus o nosso coração, depois consagramos a Ele tudo o que temos. Inverter esta ordem é o mesmo que trocar o errado pelo certo.
A palavra “Intimidade” no seio do cristianismo precisa ser resgatada urgentemente.
Ë necessário vivermos esta verdade através da oração, meditação, jejum e adoração.

                    II.        O convite de Jesus implica no rompimento com o passado.
                        “Então, eles deixaram imediatamente as redes e o seguiram.” (Mc. 1:18)

Fazer parte do projeto de Deus exige renúncias, eles deixaram para trás o trabalho, a profissão, a empresa e os sonhos financeiros. Eles abriram mão de tudo para investir o tempo, o coração e a vida no Reino.
Não há discipulado sem renúncia.
Primeiro, é preciso desapegar para abraçar os projetos de Deus.
É preciso cortar as pontes que nos prendem ao passado.
De fato, o mundo; o diabo e a carne tem nos aprisionado em sistemas que somente serão quebrados pela Verdade de Jesus. “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará...”.
O passado em nossa vida que se encontra atrelado ao pecado precisa deste rompimento urgente, para que possamos avançar seguindo a voz de Jesus.
Este rompimento pode ser visto de três maneiras:

  1. Negar-se a si mesmo
Enquanto formos preocupados conosco mesmos, com nossas dores e sofrimentos, com nossa vontade, nossos desejos, nossas limitações, nossas fragilidades, etc., não vamos conseguir seguir a Jesus. O primeiro nível de renúncia envolve  a nós mesmos.
  1. Tomar a cruz
É um nível um pouco mais profundo porque envolve morte. Morte para o mundo, para os desejos da carne, para o que as pessoas pensam. É renunciar nossa própria reputação em favor de nosso chamado para o reino de Deus.
  1. Seguir a Jesus
É estar pronto para obedecer a vontade dEle. Ir aonde Ele for e fazer o que Ele quer. Servi-lo com todo o coração, sem questionar. Seguir a Jesus envolve a decisão mais séria que alguém pode tomar neste mundo, pois significa que vamos renunciar tudo por amor a Ele. 

                   III.        O convite de Jesus implica na consagração do presente.
                        “...e eu vos farei pescadores de homens.” (Mc. 1:17b)

Jesus sabe que estes homens precisavam de um grande investimento espiritual, antes que eles fossem enviados.
É Jesus quem os faz pescadores de homens.
Nesta caminhada de consagração Jesus andou com os discípulos, comeu com eles, socorreu-os nas suas aflições, exortou-os nas suas dúvidas, encorajou-os em suas fraquezas.
Jesus não apenas os consagrou com palavras, mas, sobretudo, com exemplo.
Trabalhar no Reino de Deus exige consagração todos os dias.
Chamar os pecadores ao arrependimento e oferecer a eles o dom da vida eterna é a mais sublime missão que podemos ocupar na vida.
O desejo de Jesus ao salvar estes pescadores era claro: fazer deles pescadores de homens.
O objetivo de Deus ao nos salvar nunca foi nos salvar apenas, mas fazer de nós obreiros e cooperadores em sua obras.
Devemos entender que fomos chamados para trabalhar nesta obra maravilhosa que é a Igreja do Senhor.
Devemos nos dispor, de coração inteiro, para que o Espírito Santo realize todas as coisas através de nós, os pescadores de homens.
Dedicação total neste projeto deve ser a maior aspiração da nossa vida.
Precisamos então investir mais do nosso tempo, da nossa agenda, do nosso propósito, do nosso estilo de vida no Reino de Deus.
Você tem respondido ao convite de Jesus para ir após ele e cumprir sua missão?
É hora de deixarmos as justificativas de lado, e como André agiu, levando pessoas a Cristo, em meio a uma dificuldade, apresentar soluções.
Este estilo de vida consagrada precisa ser o nosso cotidiano.

Amém!!!


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

DEUS DETESTA O CARNAVAL


“O Espírito do Senhor Jeová está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza, veste de louvor por espírito angustiado, a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do SENHOR, para que ele seja glorificado.” (Is. 61:1-3)

A festa mais popular do Brasil, o carnaval, consiste em festas populares oriundas de ritos e costumes pagãos. Caracteriza-se pela alegria desenfreada, pela eliminação da repressão e da censura, pela libertinagem, pela liberdade de atitudes críticas e eróticas.
Como espelho de uma sociedade decadente e dominada pelo misticismo, é uma festa onde os sambas enredo, em sua grande maioria, glorificam os deuses pagãos, entidades e Orixás. Todo o desejo da carne se torna lícito toda repressão e censura deve desaparecer.
É um tempo frutífero para Satanás e suas hostes. Os estragos desses quatro dias em muitas vidas são irreversíveis.

O que será que Deus pensa sobre o carnaval?

Evidentemente, na época bíblica não tínhamos ainda o carnaval, por isso, não temos na Bíblia nada que fala especificamente dele. No entanto, temos alguns textos que podem nos ajudar a enxergar que Deus detesta o carnaval e outras festas parecidas com ele, festas essas que existiam já na antiguidade.
Vamos verificar se esses são bons motivos para Deus detestá-lo e, consequêntemente, nós também?

Motivos que fazem Deus detestar o carnaval

             I.        Deus detesta o carnaval porque o que acontece nele não é edificante

A grande mídia que fatura alto com o carnaval faz questão de esconder o que realmente acontece nesses quatro dias de festa.
O governo também tenta minimizar a questão com algumas políticas de saúde pública para diminuir o estrago, distribuição de camisinhas, por exemplo.
Mas uma pesquisa rápida pela internet nos ajuda a verificar que o carnaval é uma das épocas onde existem mais estupros, mais acidentes por embriaguez ao volante, mais mortes nas estradas, mais assédios, mais gravidez indesejada, mais doenças sexualmente transmissíveis, mais abusos de todo tipo concentrados em poucos dias, etc.
Tudo isso nos indica claramente que o carnaval é a festa dos excessos e a festa onde Deus e Sua vontade são colocados de lado.
Tudo isso, além de custar caríssimo aos cofres públicos, também custa caríssimo à vida das pessoas.
Como Deus pode amar algo assim? Como Deus pode aprovar tal busca por uma alegria destruidora que nem pode ser chamada de alegria?
Deus, na época do profeta Isaías, chamou a atenção de seu povo por algo parecido com o carnaval e que fazia parte da vida das pessoas: “Ai dos que se levantam pela manhã e seguem a bebedice! E se demoram até à noite, até que o vinho os esquenta! Harpas, e alaúdes, e tamboris e pífanos, e vinho há nos seus banquetes; e não olham para a obra do SENHOR, nem consideram as obras das suas mãos.” (Is. 5:11-12)

            II.        Deus detesta o carnaval porque nele as pessoas são mais amigas dos prazeres do que amigas de Deus

Existem prazeres em nossa vida que não são pecado.
Mas no carnaval o grande foco é para os prazeres pecaminosos.
Dentre eles podemos citar claramente a sexualidade aflorada e fora de controle, a lascívia, as bebedeiras insanas, e a busca da alegria nos prazeres e não em Deus. Isso faz Deus detestar o carnaval.
A palavra do Senhor nos alerta que esse tipo de comportamento seria muito comum nos tempos do fim: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus.” (II Tm. 3:1-4)
Isso demonstra claramente o espírito do carnaval atual: amizade com o mundo e distância de Deus e de Sua vontade.

           III.        Deus detesta o carnaval porque nele não existe espaço para Ele

A Bíblia nos mostra que Deus não é um Deus carrancudo e que não gosta de festas.
Pelo contrário, nas leis do Antigo Testamento existiam diversas festas obrigatórias e, algumas, inclusive, que duravam até sete dias: “Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do SENHOR, que proclamareis, serão santas convocações; são estas as minhas festas” (Lv. 23:2)
A grande diferença é que as festas de Deus têm foco na edificação do relacionamento de Deus com Seu povo. Elas não têm foco no pecado e no erro. As festas do Senhor são festas de alegria e gratidão focadas em Deus e não em coisas. Nelas havia culto ao Senhor, Deus era o centro delas.
Já na festa do carnaval Deus é “expulso” pelos homens, não há espaço para Ele. E se Deus não é bem-vindo é porque a festa não é boa e não conduz à verdadeira alegria: “Nada há melhor para o homem do que comer, beber e fazer que a sua alma goze o bem do seu trabalho. No entanto, vi também que isto vem da mão de Deus, pois, separado deste, quem pode comer ou quem pode alegrar-se?” (Ec. 2:24-25)

          IV.        Deus detesta o carnaval porque é um perigo para as pessoas

Mas é só uma festinha comum, sem maldades, da nossa cultura!
Muitos argumentam isso para participar do carnaval. Porém, a palavra do Senhor é bastante clara sobre o risco de participar de coisas que têm potencial de nos causar males: “Será que você pode carregar fogo no colo sem queimar a roupa?” (Pv. 6:27 NTLH)
Em outras palavras, como alguém pode passar por dentro do esgoto sem que se suje? Por mais cuidados que se possa tomar, o risco é muito grande.
Nossa natureza humana pecaminosa é pendida para o erro, por isso, participar do carnaval, mesmo que com boas intenções, representa um erro.
A Palavra nos ensina claramente: “Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau.” (Pv. 13:20)
Certamente não temos verdadeiros sábios desfrutando daquilo que o carnaval oferece. Os sábios estão onde Deus está e não onde Deus não se agrada de estar.

            V.        Deus detesta o carnaval porque aquilo que se canta não O agrada

Carnaval sem música não existe, não é verdade? E você já reparou naquilo que se canta no carnaval? Já reparou nas letras das músicas que fazem os foliões se alegrarem durante os dias da festa?
Em sua maioria músicas que exaltam a sensualidade, promiscuidade, lascívia e outras coisas que de forma alguma edificam, que de forma alguma exaltam a Deus e a vontade d’Ele para as nossas vidas.
Como eu posso cantar essas músicas, me alegrar com elas, fazer delas algo positivo em minha vida? Impossível!
Aquilo que se canta no carnaval, em sua maioria, violenta os desejos de Deus contidos em Sua palavra, ignorando-os completamente ou até zombando deles, o que faz o Senhor detestar o carnaval e suas músicas.

Será que é possível, com as músicas típicas de carnaval, cumprir o que Deus deseja de nós neste texto?
“E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Ef. 5:18-20)

Por tudo isso, você e eu não podemos nos conformar com uma festa que é sinônimo de pecado e alegria passageira, onde Deus fica de fora.

O Carnaval é uma festa imprópria para todos, mas principalmente para o cristão.
Alguns vão com o propósito de evangelizar e não podemos proibir o evangelismo, mas devemos alertar que é um trabalho arriscado. Todo cuidado é pouco. Alguns jovens vão com a desculpa de uma diversão inocente. Cuidado! É muito difícil alguém entrar no "esgoto" e sair sem se sujar.
Nossa alegria não depende de festas. Em Cristo está o nosso prazer e a nossa alegria, que não termina na Quarta-Feira de Cinzas, mas continua para sempre!

Para o cristão, que naturalmente se afasta disso tudo, ficam duas grandes lições dessa festa:

  1. Todo excesso e pecado são feitos conscientemente porque, segundo muitos acreditam, o ritual na quarta-feira de cinzas concederá o perdão e absolvição. Exagera-se, confiando que esse momento de penitência será suficiente para apagar tudo o que foi feito, mesmo que de caso pensado.

Temos, muitas vezes, como cristãos nos utilizado de uma quarta-feira de cinzas à nossa moda.
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.” (I Jo. 1:9)

Exageramos nas vezes que pecamos e continuamos na prática dos mesmos pecados confiando que tantas vezes quantas recitarmos esse versículo estaremos seguros, esquecendo-nos de que o verso anterior nos alerta para o fato de que o cristão verdadeiro deve, andar na luz; o pecado em sua vida deve ser um acidente de percurso e não uma prática diária e consciente. Se agirmos assim pouca diferença haverá entre a nossa prática e o ritual da quarta-feira de cinzas que tanto condenamos.
Essa palavra é uma benção e deve tornar-se uma realidade na vida de todo cristão, mas como toda a palavra de Deus, só tem valor se for corretamente utilizada.

  1. O carnaval é uma figura da vida do homem sem Deus: um ano inteiro de preparativos, muita cor, luz, entusiasmo, para terminar na quarta-feira de cinzas, retornando à triste realidade da falta de paz, de dinheiro, de amor, da miséria material e espiritual que domina grande parte do nosso povo. 
Assim acontece nas várias áreas de sua vida: casamento, sociedades, relacionamentos, amizades.
Tudo começa com o fogo do entusiasmo, da alegria, mas por causa das paixões incontroláveis que há no íntimo de cada um, a tendência é que as situações se deteriorem.
O caminho do cristão é inverso: ao encontrar-se com Cristo o homem que realmente se converte ao Senhor passa pela mesma experiência que o apóstolo Paulo passou por ocasião de sua conversão no caminho de Damasco: cai por terra.
“Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco, subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor, e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” (At. 9:3-4)
Passa pela experiência do arrependimento, experimenta o pó e as cinzas para então começar a viver uma vida de alegria que não se resume a 4 dias.
Parte das cinzas e vai em direção ao fogo da presença do Senhor.

Saia fora disso povo meu e lembre-se:
“O Espírito do Senhor Jeová está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza, veste de louvor por espírito angustiado, a fim de que se chamem árvores de justiça, plantação do SENHOR, para que ele seja glorificado.” (Is. 61:1-3)

Amém!!!