quinta-feira, 13 de novembro de 2025

O FOGO A CADA MANHÃ


“O fogo, pois, sempre arderá sobre o altar; não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto, e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas. O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará” (Lv. 6:12-13) 

A Palavra afirma que nós somos templo do Espírito Santo, lugar de adoração e habitação do Senhor nosso Deus.

“Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (I Co. 3:16)

O altar deste templo é o nosso coração, onde o fogo do Espírito deve arder continuamente.

“Não apagueis o Espírito.” (I Ts. 5:19)         

O fogo representa o Espírito Santo e devemos manter essa chama acesa todos os dias da nossa vida. 

Na palavra de Deus encontramos três tipos de fogo, do diabo, fogo estranho, e fogo de Deus. 

Para entendermos melhor como manter essa chama acessa temos que saber qual chama está sendo acessa na nossa vida, qual fogo estamos alimentando.

             I.        O fogo do diabo

“Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu.” (Ap. 13:13-14) 

O fogo de Satanás é usado para enganar a humanidade, fazendo sinais que parecem poderosos.

O inimigo tem usado este fogo para tirar as pessoas da presença de Deus e levá-las a servi-lo.

           II.        O fogo estranho.

“Nadabe e Abiú, filhos de Arão, tomaram cada um o seu incensário, e puseram neles fogo, e sobre este, incenso, e trouxeram fogo estranho perante a face do SENHOR, o que lhes não ordenara.” (Lv. 10:1)

O fogo estranho que pode estar dentro da própria igreja.

O fogo estranho é o fogo apresentado no altar de Deus, mas não é fogo de Deus.

O fogo estranho engana a muitos, mas não provem de Deus, ele é representado por falsas profecias, falsos dons, por pessoas que se dizem de Deus, mas não vivem para Ele.

          III.        O fogo de Deus

“Porque João, na verdade, batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias.” (At. 1:5)

 Este é o fogo que devemos receber a cada dia, a chama que deve ser acesa diariamente.

Este é o fogo de Deus, o Espírito Santo, e Ele nos capacita para levarmos a palavra de Deus, a sermos verdadeiras testemunhas de Jesus em todo lugar.

“Mas recebereis poder ao descer sobre vos o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.” (At. 1:8)

Este é o fogo que devemos manter aceso.

Agora que compreendemos qual fogo deve ser aceso em nossa vida, veremos como o manter aceso.

“...Mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã.” (Lv. 6:12b)

Isto é o que devemos fazer a cada dia para mantermos o fogo do Espírito Santo ardendo dentro de nós, devemos colocar Lenha, devemos nos alimentar da palavra de Deus a cada dia.

Quantas pessoas têm deixado o fogo se apagar, quantos tem se esfriado na fé, isso ocorre por não se alimentarem da palavra de Deus.

Outro ponto fundamental neste versículo é, “cada manhã”.

Quantas vezes ficamos preocupado em acender a chama para a semana toda, mas o Senhor disse que é a cada manhã, a cada novo dia iremos nos alimentar da palavra de Deus e assim manteremos a chama acessa, a cada dia um novo dia.

Jesus quando estava ensinando como orar Ele disse: “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.” (Mt. 6:11)

Pare de buscar o pão de semana em semana, busque o pão de cada dia.

O Senhor nos disse para vivermos cada dia e vivermos para Ele, o pão de cada dia, a vontade do Senhor a cada dia, a palavra que Ele tem para nós a cada dia, assim manteremos a chama acessa todos os dias.

Assim se cumprirá em nossas vidas.

“O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.” (Lv. 6:13)

 Somos a geração de sacerdotes.

Deus conta conosco e somos levados a buscar mais da Sua presença.

Existe um fogo, uma essência dentro de nós que necessita ser tocada a cada dia pelo Senhor.

Nós somos este altar, e devemos projetar a excelência todos os dias, e é através desta busca diária, que atraímos o Fogo do Alto, aquele que toca cada um de nós individualmente.,

Deus está nos aguardando para derramar do seu Fogo, mas se faz necessário, que todo aquele que deseja mais fogo e mais glória, coloque lenha sobre si mesmo.

Busque Deus mais profundo ainda em vida, se entregue, se lance e com isso vamos conhecendo o Senhor mais e mais, o que vamos buscar é a intimidade, é a sua revelação e todo o seu amor.

Precisamos estar em ordem, não é só por a lenha, mas sim organizar o tempo e o dia, para oferecer ao Senhor muita lenha no altar e este altar é você.

E como está sua lenha?

Deus diz que o fogo arderá diariamente, mas para isso, é necessário deixar o pecado e tudo que impede você de se lançar no fogo de Deus

Como sacerdotes, nós somos os responsáveis pela manutenção do fogo no altar cada manhã e durante todo o dia.

A lenha, velho homem, deve ser queimada todos os dias, nada da nossa velha natureza pode ser poupada do fogo.

O holocausto, o sacrifício do cordeiro Jesus, deve ser ordenado acima da lenha que queima, mostrando que as coisas do Senhor e sua Obra devem estar acima dos interesses humanos, e bem ordenados para que o nosso testemunho glorifique a Deus e lhe seja agradável, como o aroma da gordura queimada sobre o altar, como ofertas pacíficas e voluntárias.

Para que isso seja uma realidade na nossa vida, o fogo precisa arder continuamente no altar do nosso coração.

Amém!!!

Pr. Alcir Marinho


terça-feira, 11 de novembro de 2025

A FORÇA QUE TRANSFORMA

 

"Apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Midiã; e, levando o rebanho para o lado ocidental do deserto, chegou ao monte de Deus, a Horebe. 2Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não se consumia. 3Então, disse consigo mesmo: Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima? 4Vendo o Senhor que ele se voltava para ver, Deus, do meio da sarça, o chamou e disse: Moisés! Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui! 5Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.” (Ex. 3:1-5) 

Quantas vezes você já se perguntou: “Será que sou forte o suficiente para enfrentar isso?”

Vivemos em uma cultura que valoriza a autossuficiência, celebra conquistas pessoais e mede o sucesso pela força humana. Entretanto, a Bíblia nos oferece uma perspectiva completamente diferente. A história de Moisés, um homem inseguro e hesitante, nos ensina que o verdadeiro poder não está em nossas habilidades ou realizações, mas na força de Deus que opera através de nós.

Imagine-se no deserto, diante de uma sarça ardente que não se consome, ouvindo a voz de Deus chamando seu nome.

Mas, Moisés, um fugitivo e pastor de ovelhas, foi confrontado com sua própria limitação e com a santidade do Deus Todo-Poderoso. Ele não foi escolhido por sua força ou eloquência, mas para que o poder divino fosse revelado através de sua fraqueza. Essa história nos convida a refletir: será que estamos confiando mais em nossas capacidades do que na força de Deus?

O chamado de Moisés é um lembrete poderoso de que Deus não precisa da nossa perfeição ou força; Ele deseja nossa dependência e obediência. Assim como Moisés precisou aprender que “não é quem ele é, mas quem Deus é” que importa, também somos desafiados a abandonar nossa autossuficiência e confiar plenamente no Senhor.

Que esta reflexão nos conduza a uma nova compreensão sobre o que significa viver pela força divina e não pela nossa própria.

              I.        Reconhecendo o Sagrado

“Então disse Deus: ‘Não se aproxime. Tire as sandálias dos pés, pois o lugar em que você está é terra santa.” (Ex. 3:5)

 A cena da sarça ardente marca um dos momentos mais emblemáticos da revelação divina na história bíblica. Quando Deus ordena a Moisés que tire as sandálias, Ele não apenas estabelece um gesto de reverência, mas redefine a relação entre o homem e o Criador. Essa ordem simples carrega um significado profundo: a santidade de Deus exige uma postura de humildade e respeito diante d’Ele.

Desde o início, Deus comunica a Moisés que Sua presença transforma o comum em extraordinário. O solo, antes apenas terra, torna-se santo pela presença divina. Esse conceito nos lembra que a santidade de Deus não é apenas um atributo entre outros, mas a essência de quem Ele é. A santidade de Deus é sua natureza, e a natureza de Deus é sua santidade. Assim, aproximar-se d’Ele requer reconhecer essa realidade e ajustar nossas atitudes e comportamentos.

Ao pedir que Moisés tire as sandálias, Deus simbolicamente convida o homem a deixar para trás tudo o que é terreno e impuro. As sandálias, sujas pelo pó do mundo, representam aquilo que nos conecta à nossa humanidade falha. Esse gesto nos ensina que estar diante de Deus exige abandonar nossas pretensões e nos despir de tudo aquilo que possa nos afastar de Sua santidade.

Além disso, esse encontro redefine o relacionamento entre Moisés e Deus. Não se trata mais de um diálogo entre iguais ou de uma negociação. Moisés é confrontado com a transcendência divina e aprende que qualquer aproximação deve ser marcada por reverência absoluta. A Reverência é essencial à adoração. Esse princípio permanece válido para nós hoje: ao reconhecermos a santidade de Deus, somos levados a uma postura de adoração genuína e submissão total.

A santidade divina também estabelece um padrão para nosso comportamento. Em Levítico, Deus ordena: “Sejam santos porque eu, o Senhor, seu Deus, sou santo.” (Lv. 19:2)

Assim como Moisés foi chamado a ajustar sua postura diante da sarça ardente, somos chamados a viver vidas separadas do pecado e dedicadas ao serviço de Deus. Essa separação não significa isolamento do mundo, mas uma vida transformada pela presença divina.

O reconhecimento da santidade de Deus nos conduz à confiança em Sua soberania. Aquele que é completamente santo também é completamente digno de nossa fé e obediência. Como Davi declarou no Salmo 99:9: “Exaltem o Senhor nosso Deus e prostrem-se diante do seu santo monte, pois o Senhor nosso Deus é santo.” (Sl. 99:9)

Portanto, “tirar as sandálias” não é apenas um ato físico; é uma postura espiritual. É reconhecer que estamos diante do Santo dos Santos, cuja presença transforma tudo ao nosso redor e dentro de nós.

Que possamos aprender com Moisés a nos aproximar de Deus com reverência e humildade, permitindo que Sua santidade molde nossas vidas para refletir Sua glória no mundo.

           II.        A Fraqueza Humana e a Força Divina

“Mas ele me disse: ‘Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.’ Portanto, me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse sobre mim.” (II Co. 12:9-10

 A história de Moisés e o ensinamento de Paulo em 2 Coríntios 12:9-10 revelam uma verdade central da vida cristã: Deus não escolhe os capacitados ou os fortes aos olhos do mundo, mas manifesta Sua força na fraqueza humana. Este princípio desafia a lógica convencional, que valoriza autossuficiência e habilidades pessoais, ao nos convidar a depender inteiramente da graça divina.

Em Moisés, vemos um homem que, diante do chamado de Deus, reconheceu sua própria insuficiência. Ele questionou sua capacidade de liderar Israel e apresentou suas limitações como desculpas.  “Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito. 11Então, disse Moisés a Deus: Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?” (Ex. 3:10-11)

No entanto, Deus não o escolheu por sua força ou eloquência, mas para demonstrar que Sua presença e poder seriam suficientes. Assim como Moisés foi chamado a confiar em Deus, Paulo também aprendeu essa lição ao lidar com seu “espinho na carne”. Apesar de sua aflição persistente, Paulo entendeu que suas fraquezas eram oportunidades para que o poder de Cristo fosse plenamente revelado.

Essa verdade é profundamente contra cultural. O mundo nos ensina a esconder nossas vulnerabilidades e a buscar força em nós mesmos. Contudo, Deus opera de forma oposta. Quando reconhecemos nossa fraqueza, abrimos espaço para que a força divina se manifeste de maneira evidente.

A frase “meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”  não apenas conforta, mas também desafia. Ela nos chama a abandonar nossa autossuficiência e a confiar plenamente na graça de Deus. Essa confiança não é passiva; exige fé ativa e rendição ao propósito divino. Como Paulo declara, ele se gloria em suas fraquezas porque sabe que nelas repousa o poder de Cristo. Essa perspectiva transforma nossa visão sobre dificuldades e limitações: elas deixam de ser obstáculos e passam a ser instrumentos para o agir divino.

Além disso, essa verdade nos lembra que a graça de Deus é suficiente em qualquer circunstância. Não importa quão grande seja nosso desafio ou quão limitada seja nossa força pessoal; Sua graça nos sustenta. Como afirma Tiago 4:10: “Humilhem-se diante do Senhor, e ele os exaltará.” A humildade diante de Deus permite que experimentemos Sua força em nossas vidas.

Tanto na vida de Moisés quanto na experiência de Paulo, aprendemos que a fraqueza humana não é um impedimento para o propósito divino; pelo contrário, é o palco onde Sua glória é mais claramente demonstrada.

Que possamos abraçar nossas limitações como oportunidades para depender mais profundamente de Deus e experimentar Seu poder transformador. Afinal, como Paulo conclui: “Quando sou fraco, então é que sou forte” (II Co. 12:10).

         III.        O Chamado para Confiar na Força de Deus

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto, não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.” (Sl. 46:1-2)

A história de Moisés e o Salmo 46 convergem em uma mensagem central: a força de Deus é suficiente para sustentar Seu povo, independentemente das circunstâncias. Quando Deus chama Moisés para libertar Israel, Ele não o exalta como herói ou líder nato. Pelo contrário, Deus deixa claro que o sucesso da missão depende exclusivamente de Sua própria força e fidelidade. Essa mesma confiança é ecoada no Salmo 46, onde Deus é descrito como refúgio e fortaleza em tempos de adversidade.

Ao se revelar a Moisés na sarça ardente, Deus demonstra que Sua presença é o verdadeiro poder por trás de qualquer obra divina.

Moisés, um homem hesitante e consciente de suas limitações, é escolhido não por suas habilidades, mas para que o poder de Deus seja manifestado através dele. Esse princípio nos lembra que Deus não busca os fortes ou autossuficientes; Ele escolhe aqueles que reconhecem sua dependência d’Ele. Como afirma o Salmista, Ele é “socorro bem presente na angústia”, pronto para agir em favor daqueles que confiam n’Ele.

Essa confiança em Deus também desafia nossa tendência humana de buscar segurança em nossas próprias forças ou recursos. Assim como Moisés precisou abandonar suas dúvidas e confiar no poder divino, somos chamados a fazer o mesmo em nossas vidas. O Salmo 46:2 nos encoraja a não temer, mesmo diante das maiores instabilidades:  (Sl. . Essa metáfora ilustra que, mesmo quando tudo ao nosso redor parece desmoronar, a força de Deus permanece inabalável.

Além disso, o Salmo 46 nos convida a contemplar as obras do Senhor e reconhecer Sua soberania sobre todas as coisas. “Vinde, contemplai as obras do Senhor, que assolações efetuou na terra. Ele põe termo à guerra até aos confins do mundo, quebra o arco e despedaça a lança; queima os carros no fogo.” (Sl. 46:8-9)

Confiar na força de Deus não apenas nos dá segurança pessoal, mas também glorifica Seu nome. Quando Moisés liderou os israelitas para fora do Egito, cada milagre: das pragas à abertura do Mar Vermelho, apontava para a glória e fidelidade de Deus. Da mesma forma, ao confiarmos n’Ele em nossas lutas diárias, testemunhamos Seu poder ao mundo.

A confiança está em aprender a descansar na soberania divina. “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus.” (Sl. 46:10) Essa quietude não significa inatividade, mas uma postura de fé e rendição à força divina. Assim como Moisés precisou confiar que Deus cumpriria Suas promessas apesar dos desafios aparentemente impossíveis, somos chamados a aquietar nossos corações e permitir que Ele opere.

O chamado para confiar na força de Deus é um convite à rendição total e à fé inabalável. Não se trata de exaltar nossas capacidades ou minimizar nossos desafios, mas de reconhecer que o poder divino é mais do que suficiente para superar qualquer obstáculo.

Que possamos responder a esse chamado com coragem e humildade, permitindo que a glória de Deus brilhe através de nossas vidas assim como brilhou através da vida de Moisés. Afinal, como declara o Salmo 46:7: “O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.”

Conclusão:

Confiar no poder de Deus, e não em nossas próprias capacidades, é um chamado que nos desafia a abandonar a autossuficiência e abraçar uma vida de dependência total d’Ele. A história de Moisés, somada ao testemunho do apóstolo Paulo, nos ensina que a força divina se manifesta plenamente em nossa fraqueza. Deus não escolhe os mais habilidosos ou fortes, mas aqueles que estão dispostos a reconhecer sua limitação e se render à Sua soberania. Quando colocamos nossa confiança no Senhor, Ele transforma nossos desafios em oportunidades para revelar Sua glória e fidelidade.

Essa confiança não é apenas um conceito teórico; é um convite prático para vivermos com a certeza de que Deus é o nosso refúgio e fortaleza, como declara o Salmo 46. Isso significa enfrentar as incertezas da vida com coragem, sabendo que não estamos sozinhos. Significa também abandonar o medo e a ansiedade, permitindo que o poder de Deus opere em nós e através de nós. Quando escolhemos depender d’Ele, experimentamos uma paz que excede todo entendimento e uma força que vai além do que podemos imaginar.

Agora é o momento de responder a esse chamado divino.

Que áreas da sua vida você ainda tenta controlar com suas próprias forças? Onde você precisa confiar mais em Deus? Seja qual for o desafio que você enfrenta hoje: uma decisão difícil, uma luta interna ou um obstáculo aparentemente intransponível, entregue-o ao Senhor. Renda-se à força d’Ele e permita que Sua graça seja suficiente para você.

O resultado dessa entrega será transformador. Você verá como Deus pode usar até mesmo suas fraquezas para realizar coisas extraordinárias. Sua vida se tornará um testemunho vivo do poder e da fidelidade de Deus, inspirando outros a também confiarem n’Ele. Então, aceite este desafio: abandone suas próprias limitações e confie plenamente na força divina. Quando fazemos isso, descobrimos que, como Paulo declarou, “quando sou fraco, então é que sou forte.”

Que essa verdade seja uma realidade em sua vida a partir de hoje!

Deus te abençoe! 

Pr. Alcir Marinho